
Em linhas gerais, somos aqui apresentados à cidadezinha provinciana de Jerusalém's lot. Localizada ficcionalmente no Maine, a descrição do cenário é tão detalhada que fica impressa facilmente na memória, pois a repetição de endereços e pontos estratégicos do lugar acaba nos habituando com o local, como se já tivéssemos estado realmente por lá. É a típica cidadezinha interiorana norte americana que já vimos em tantos filmes, com suas casas e seus segredos.
Aqui também caprichou-se no número de personagens: são inúmeros, alguns fundamentais para a trama, outros utilizados para potencial aumento do número de vítimas. O troca troca de cenários e personagens lembra uma novela nos capítulos iniciais, mas a trivialidade dura pouco tempo e a coisa não demora a ficar tensa e ganhar contornos sombrios.Destaque para os três personagens principais: Ben Mears, o jovem escritor que decide voltar a Lot para vencer traumas de infância, o garoto Mark, fascinado por filmes de terror e o misterioso senhor Barlow, que decide abrir uma loja de antiguidades no lugar.
Quando esses três forasteiros pisam em Lot fatos estranhos começam a ocorrer: uma criança é assassinada, moradores somem sem deixar vestígios e uma ameaça inimaginável passa a envolver a cidade e a seus habitantes. King não foge do padrão quanto aos seus vampiros, o que acaba sendo um ponto muito positivo. Eles precisam ser convidados para entrar em uma casa, tem horror a cruzes, só perambulam pela noite, etc. Curiosidade: há um anime chamado Shiki, que bebe direto da fonte e substitui Salém lot por uma vila japonesa nas montanhas, isolada o suficiente para o ataque dos vampiros. Não é uma adaptação nem nada, mas mantém o mesmo espírito da obra de King.
Enfim, tá aí uma leitura mais que recomendada aos fãs de um horror clássico.
Aqui também caprichou-se no número de personagens: são inúmeros, alguns fundamentais para a trama, outros utilizados para potencial aumento do número de vítimas. O troca troca de cenários e personagens lembra uma novela nos capítulos iniciais, mas a trivialidade dura pouco tempo e a coisa não demora a ficar tensa e ganhar contornos sombrios.Destaque para os três personagens principais: Ben Mears, o jovem escritor que decide voltar a Lot para vencer traumas de infância, o garoto Mark, fascinado por filmes de terror e o misterioso senhor Barlow, que decide abrir uma loja de antiguidades no lugar.
Quando esses três forasteiros pisam em Lot fatos estranhos começam a ocorrer: uma criança é assassinada, moradores somem sem deixar vestígios e uma ameaça inimaginável passa a envolver a cidade e a seus habitantes. King não foge do padrão quanto aos seus vampiros, o que acaba sendo um ponto muito positivo. Eles precisam ser convidados para entrar em uma casa, tem horror a cruzes, só perambulam pela noite, etc. Curiosidade: há um anime chamado Shiki, que bebe direto da fonte e substitui Salém lot por uma vila japonesa nas montanhas, isolada o suficiente para o ataque dos vampiros. Não é uma adaptação nem nada, mas mantém o mesmo espírito da obra de King.
Enfim, tá aí uma leitura mais que recomendada aos fãs de um horror clássico.